07.

The mirror shield project was initiated for and at Oceti Sakowin camp near Standing Rock, ND in 2016. Artist Cannupa Hanska Luger created a tutorial video shared on social media inviting folks to create mirror shields for water protectors. People from across the Nation created and sent these shields to the water protectors onsite at camps in Standing Rock. The Mirror Shield project has since been formatted and used in various resistance movements across the Nation.

“This project was inspired by images of women holding mirrors up to riot police in the Ukraine, so that the police could see themselves. The materials I chose to use were affordable and accessible, and I chose to use a reflective mylar on a ply-board instead of glass mirror for safety and durability.

 

This project speaks about when a line has been drawn and a frontline is created; that it can be difficult to see the humanity that exists behind the uniform holding that line. But those police are human beings, and they need water just as we all do, the mirror shield is a point of human engagement and a remembering that we are all in this together. The project represents how just one person can acquire one sheet of plywood and cut it into 6 shields, those shields could stand on the frontline protecting hundreds behind them in prayer for the water, and right behind that line stands a camp where there are thousands of people standing for the water protection for the 8 million people down river, who all use the Missouri River as their water source. And so the Mirror Shield project demonstrates how one person can help protect 8 million.”

-Cannupa Hanska Luger 2016

Fragmento de texto extraído de:

http://www.cannupahanska.com/mniwiconi/

08.

O programa, SPTV;
o apresentador, Carlos Tramontina;

a data, 12 de julho de 2013.

 

Lembro-me de Paulinho desde os primeiros anos da minha graduação. Sua participação e atuação dentro dos movimentos estudantis misturava-se com as práticas de um fazer.performativo.

 

Já há certo tempo que propõe ações-de-luz.

 

Dois momentos em particular interessam para essas notas:
- sua rajada de luz contra o cantor Lobão durante a Virada Cultural paulistana de 2013;
- e sua colaboração, ao lado do coletivo que invadiu a transmissão do jornal local da rede Globo voltado para a comunicação dentro da cidade de São Paulo.

09.

 

A fotografia foi publicada em setembro de 2016 em um ato contra o governo de Michel Temer.

 

Recuperar retroativamente a data é tentar refazer na memória confusa pelos inúmeros atos semelhantes ao longo de 2016 e 2017:

 

Avenida Paulista,
concentração no Museu de Arte de São Paulo,

bombardeio policial nos manifestantes.

 

Segundo o canal de comunicação G1 pertencente ao grupo Globo:

 

Frases de protesto, como “Fora Temer”, eram projetadas em prédios da Avenida Rebouças. O autor da intervenção é o doutorando em poéticas visuais Cauê Maia, de 31 anos. Ele
usava uma lanterna potente com ajuste de foco, transparências impressas com diferentes mensagens e uma lupa com distância ajustável, tudo improvisado em um pau de selfie. “A gente desenvolveu essa ferramenta para fazer intervenções poéticas em espaços públicos. Não só em manifestações”, afirmou ao G1. A mãe dele o acompanhava com outro projetor similar.

 

É possível rever a cobertura em:

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/09/protesto-contra- temer-ocupa-avenida-paulista-neste-domingo.html